2.
Plantão Psicológico
Para adultos e idosos
Presencial ou on-line
Informações e Agendamento:
+55 11 9 9782-5944
O Plantão Psicológico pressupõe que:
➢ O encontro cliente x plantonista possibilita a oportunidade de uma rearticulação do sentido que sustenta o sofrimento psicológico decorrente de questões como “este sou eu – eu estou tendo que enfrentar isto ou aquilo na minha vida atualmente”;
➢ Nesse contexto, é uma ação clínica que não produz efeitos pré-determinados mas que abre, justamente na indeterminação, novas possibilidades de vir-a-ser;
➢ Uma única “primeira sessão” em momentos de crise pode possibilitar nova compreensão das possibilidades e isso pode abrir caminhos;
➢ Nestas Intervenções Breves, o psicólogo coloca-se disponível às diferentes demandas, sem condicionantes para prosseguir no atendimento e sem enquadramento nos rótulos tradicionais de atendimento (psicodiagnóstico – psicoterapia – aconselhamento – orientação – etc.)
➢ Todo contato entre cliente x plantonista é uma ação de intervenção em um momento significativo para ambos;
➢ O plantonista esteja preparado para acolher as demandas e realizar com o cliente, a partir dele, uma explicitação dessa demanda e a definição de como atendê-la, sem o pressuposto de que a única resposta possível seja a indicação de psicoterapia;
➢ O relacionamento psicológico será significativo quando criar um campo favorável, onde surjam impulsos mobilizadores que resultem questionamentos, elaborações e mudanças de atitudes ou perspectivas vivenciais, decorrentes da experiência vivida na relação plantonista x cliente;
➢ Embora a cura não seja o objetivo dos atendimentos breves, os bons resultados, mesmo que limitados, são sempre possíveis;
➢ O cliente, geralmente, traz a queixa manifesta (motivo da procura) e as intervenções devem pertencer ao campo de possibilidades do cliente. Assim, quando surgir a sua verdadeira demanda (o real motivo do sofrimento psíquico) o cliente pode se dar conta de que é capaz de manejar sozinho a situação ou de que precisa de ajuda profissional para fazê-lo.
EVANGELISTA, P. E. O que posso eu, psicólogo? In. Psicologia fenomenológica existencial – A Prática psicológica à luz de Heidegger. Curitiba: Juruá, 2016.
ANCONA-LOPEZ, S. Intervenções Breves (IB) em Instituição. In: SEGRE, C. D. Psicoterapia breve. São Paulo: Lemos Editorial, 1977.