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Atendimentos no CEJD
Para adultos e idosos
Presencial
No Centro Educacional João de Deus - CEJD
Rua Jobair da Silva Prado, 230 - Jardim Esplanada - Jundiaí/SP
Informações e Agendamento:
+55 11 93735-7386
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Inscreva-se
(Plantão Psicológico)
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O Plantão Psicológico pressupõe que:
➢ O encontro cliente x plantonista possibilita a oportunidade de uma rearticulação do sentido que sustenta o sofrimento psicológico decorrente de questões como “este sou eu – eu estou tendo que enfrentar isto ou aquilo na minha vida atualmente”;
➢ Nesse contexto, é uma ação clínica que não produz efeitos pré-determinados mas que abre, justamente na indeterminação, novas possibilidades de vir-a-ser;
➢ Uma única “primeira sessão” em momentos de crise pode possibilitar nova compreensão das possibilidades e isso pode abrir caminhos;
➢ Nestas Intervenções Breves, o psicólogo coloca-se disponível às diferentes demandas, sem condicionantes para prosseguir no atendimento e sem enquadramento nos rótulos tradicionais de atendimento (psicodiagnóstico – psicoterapia – aconselhamento – orientação – etc.), sob pena do primeiro contato, repleto de possibilidades, e carente de acolhimento da problemática, ser postergado para um atendimento posterior;
➢ Todo contato entre cliente x plantonista é uma ação de intervenção em um momento significativo para ambos;
➢ O relacionamento psicológico será significativo quando criar um campo favorável, onde surjam impulsos mobilizadores que resultem questionamentos, elaborações e mudanças de atitudes ou perspectivas vivenciais, decorrentes da experiência vivida na relação plantonista x cliente;
➢ Exista uma postura que oriente propostas inovadoras de atendimentos em comunidade popular onde, ao engajar os clientes na avaliação do alcance de uma intervenção imediata x possibilidades de encaminhamento, permita que o simples acolhimento tenha um significado importante para eles, especialmente os menos favorecidos, de cuja escuta respeitosa, possibilita que se recoloquem no mundo com uma mudança de postura, geralmente mais crítica, menos submissa e mais reivindicadora, abrindo-lhes novas perspectivas para ultrapassar seus limites;
➢ O fato de o cliente ter ido à consulta é um indicador de que há disponibilidade para a mudança;
➢ Embora a cura não seja o objetivo dos atendimentos breves, os bons resultados, mesmo que limitados, são sempre possíveis;
➢ O cliente, geralmente, traz a queixa manifesta (motivo da procura) e as intervenções devem pertencer ao campo de possibilidades do cliente. Assim, quando surgir a sua verdadeira demanda (o real motivo do sofrimento psíquico) o cliente pode se dar conta de que é capaz de manejar sozinho a situação ou de que precisa de ajuda profissional para fazê-lo.
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EVANGELISTA, P. E. O que posso eu, psicólogo? In. Psicologia fenomenológica existencial – A Prática psicológica à luz de Heidegger. Curitiba: Juruá, 2016.
ANCONA-LOPEZ, S. Intervenções Breves (IB) em Instituição. In: SEGRE, C. D. Psicoterapia breve. São Paulo: Lemos Editorial, 1977.
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